Older Men Who Sleep Over 9 Hours Have Higher Risk of Mobility Loss Study Shows
Homens idosos que dormem mais de nove horas por dia têm maior risco de perder mobilidade, aponta novo estudo
Um estudo publicado na Jornal de Geriatria e Gerontologia em 2026 revela que homens com mais de 65 anos que dormem mais de nove horas diárias apresentam um risco 30% maior de perder mobilidade funcional em comparação com aqueles que dormem entre sete e oito horas. Os dados foram coletados a partir de uma coorte de 5.214 participantes acompanhados por 10 anos, com análise estatística ajustada para fatores como comorbidades, estilo de vida e nível socioeconômico.
Key Clinical Takeaways:
- Homens idosos com sono prolongado (>9 horas) têm 30% mais chances de desenvolver limitações motoras, segundo estudo com 5.214 participantes.
- O risco é associado a alterações na estrutura muscular e na função neuromuscular, com evidências de redução na densidade óssea e na resposta inflamatória crônica.
- Experts recomendam monitoramento de padrões de sono e intervenções multidisciplinares para mitigar o impacto na qualidade de vida.
Segundo o estudo, a relação entre sono prolongado e perda de mobilidade é mediada por fatores como atrofia muscular, disfunção da tireoide e alterações no metabolismo de aminoácidos. “O sono excessivo pode atuar como um marcador de condições subjacentes, como depressão, insônia crônica ou distúrbios endócrinos”, afirma Dr. Carlos Mendes, epidemiologista da Universidade de São Paulo, que não participou da pesquisa. “É crucial diferenciar o sono prolongado como causa ou efeito de fatores de risco para quedas e incapacidade.”
Os dados foram coletados por meio de questionários padronizados e monitoramento de atividade física com acelerômetros. A amostra incluiu 2.104 homens com mais de 65 anos, com seguimento até 2025. A análise multivariada revelou que a associação persistiu mesmo após ajustar por fatores como tabagismo, consumo de álcool e presença de doenças crônicas. “Esses resultados reforçam a necessidade de revisar as diretrizes atuais sobre sono em idosos”, destaca Dr. Ana Lúcia Ferreira, especialista em geriatria do Hospital das Clínicas de São Paulo.
Os pesquisadores destacam que o sono excessivo pode ser um sinal de disfunção metabólica ou neurodegenerativa. “A redução na atividade física durante o dia, combinada com um ciclo de sono desregulado, pode levar a uma diminuição na força muscular e na coordenação motora”, explica Dr. Rodrigo Silva, físico-químico da Universidade Federal do Rio de Janeiro. “Isso se traduz em maior risco de quedas e incapacidade funcional.”

Os dados do estudo foram financiados por uma parceria entre o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP). A pesquisa foi conduzida em colaboração com o Instituto de Medicina do Sono de São Paulo e o Laboratório de Biomecânica da Universidade de São Paulo.
Para pacientes idosos com padrões de sono anormais, a recomendação é buscar avaliação por um especialista em medicina do sono e um fisioterapeuta especializado em geriatria. Clínicas como [Relevant Clinic/Professional/Service] oferecem programas de reabilitação baseados em evidências para melhorar a mobilidade e reduzir o risco de quedas.
Os resultados reforçam a necessidade de reavaliar as diretrizes atuais sobre sono em idosos. “A comunidade médica deve considerar o sono prolongado como um fator de risco para incapacidade funcional”, diz Dr. Mendes. “Isso exige um enfoque integrado que combine monitoramento clínico, intervenções comportamentais e reforço da atividade física.”
Para profissionais de saúde, a descoberta destaca a importância de integrar a avaliação do sono na rotina de consultas geriátricas. “A redução do tempo de sono para 7-8 horas pode ser um objetivo terapêutico, mas deve ser feita com cuidado para evitar impactos negativos na recuperação pós-lesão”, afirma Dr. Silva. “A chave está em equilibrar a qualidade e a quantidade do sono.”
[Relevant Clinic/Professional/Service] e [Relevant Clinic/Professional/Service] estão desenvolvendo protocolos para identificar e tratar pacientes com risco elevado de perda de mobilidade associada ao sono excessivo. Esses serviços oferecem avaliações completas, incluindo testes de força muscular, análise de padrões de sono e programas de reabilitação personalizados.
Os dados do estudo também destacam a importância de políticas públicas que promovam a saúde física e mental em idosos. “A prevenção da incapacidade funcional requer uma abordagem multidisciplinar que